então, fui ver o Grupo Galpão em BH.
cidade fria, bandidagem esquisita, medo de assalto.
perdi o trem (não sou mineira) e fui de ônibus.
ganhei um final de semana doido e corrido graças à uma paixão.
sim teatro é bom e eu gosto. e o Galpão...
meus ais.
quero pra toda vida!
segunda-feira, 6 de julho de 2009
terça-feira, 30 de junho de 2009
uma nota de despedida. fim e começo.
aos queridos que estiveram por perto, nós agradecemos.
engraçado o quanto certas coisas são importantes mesmo.
umas divagações sem importância.
um nada com nada com tudo a vê.
fim de temporada. um outro início.
muita porrada.
muita alegria.
meus dias são melhores quando sonho.
engraçado o quanto certas coisas são importantes mesmo.
umas divagações sem importância.
um nada com nada com tudo a vê.
fim de temporada. um outro início.
muita porrada.
muita alegria.
meus dias são melhores quando sonho.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
quinta-feira, 4 de junho de 2009
saudade de um lugar
óh que saudade de Ouro Preto! aquelas ruas frias, o cachecol necessário, os ladrilhos, a névoa, aquele aroma de coisa quente sendo preparada, as cobertas pra cobrir o frio de uma noite, os arabescos, curvatura barroca, falta de ar, magia de luzes em uma cidade que não é de ninguém. quero levar meus melhores amigos, quero beber até amanhecer, quero aquele frenesi de gente sem pai e mãe por perto. calor e simpatia mineira. é lá que eu sinto a pior das solidões, que eu encontro os loucos, os pederastas, as ninfas, amigos emprestados, estranhos exóticos, alternativos sem causa, misantropos assindéticos, misoginia bélica, anfitriões de galeria, becos escuros, subterrâneos que não existem mais. delicatessen. souvenir. capuchino. geléia de amora. lanche no fim de tarde pra aguentar o rock. horas que caem. o sino da praça central. a forca de Tiradentes. meus pedaços em cada lugar daquela cidade. uma escadaria com abrigo. um homem fazendo companhia. histórias sem fim. aquela cia de atores da rua. missa. procissão. excesso. o que me hipnotiza nesse lugar é o poder de parar no tempo, seu céu azul gelado, brisa seca, pôr do sol, friozinho no estômago.
Ouro Preto não tem mar, não precisa.
um dia eu volto...
Ouro Preto não tem mar, não precisa.
um dia eu volto...
segunda-feira, 1 de junho de 2009
ESTRÉIA
enfim. chegou e passou o grande dia. queria deixar um depoimento.
a prova de fogo foi ontem. mamãe tava na platéia. eu chorei feito um bebê
no final. eu abracei minha mãe muito forte. gosto de minha mãe demais da conta.
eu devo muito a ela. devo a paciência que ela teve e a onda que ela segurou quando
estive fora, bobeira é não viver a realidade, bem que se quis..depois de tudo..ainda ser feliz...
mas já não há caminho pra voltar.. e o que a gente fez da nossa vida..
ahhh vida doida.
e bandida.
tivemos uma bela estréia ontem, todos estávamos ansiosos, e o desejo de provar uma platéia
era deicioso. Estamos na loucura e correndo contra o tempo e intempéries. Nem um evento fora de hora conseguiu atrapalhar a gente. Entrar como leões, assaltar a platéia, arrancar sorrisos, carregar elogios, angariar outra posição, outra postura, queremos transformar, queremos fazer, e ir além, avante. Que tenha dor, tenha tato, cheiro, cor. Faremos. é uma questão de honra. é nome em jogo. é qualidade. loucura. é imprevisível. Presente. Angustiante. Torcida. Expectativa. Leitura multi. estaca zero. altos vertiginosos. alucinação. delírio mesmo. Necessário.
assumo minha vontade e minha escolha.
valeu a pena mãe, valeu cada domingo perdido de almoço em família,
cada noite dormida fora de casa, cada minuto, cada investida, toda dor,
toda alegria, nós escolhemos isso pra vida, e é muito sério.
obrigado a todos que estiveram presentes.
aos que virão.
aos que passam.
aos que ficam.
aos ouvintes.
aos amigos.
aos parentes.
aos funcionários.
a todo o mundo.
teatro: faço porque gosto. hehehe
pra amar o mundo como ele é.
a prova de fogo foi ontem. mamãe tava na platéia. eu chorei feito um bebê
no final. eu abracei minha mãe muito forte. gosto de minha mãe demais da conta.
eu devo muito a ela. devo a paciência que ela teve e a onda que ela segurou quando
estive fora, bobeira é não viver a realidade, bem que se quis..depois de tudo..ainda ser feliz...
mas já não há caminho pra voltar.. e o que a gente fez da nossa vida..
ahhh vida doida.
e bandida.
tivemos uma bela estréia ontem, todos estávamos ansiosos, e o desejo de provar uma platéia
era deicioso. Estamos na loucura e correndo contra o tempo e intempéries. Nem um evento fora de hora conseguiu atrapalhar a gente. Entrar como leões, assaltar a platéia, arrancar sorrisos, carregar elogios, angariar outra posição, outra postura, queremos transformar, queremos fazer, e ir além, avante. Que tenha dor, tenha tato, cheiro, cor. Faremos. é uma questão de honra. é nome em jogo. é qualidade. loucura. é imprevisível. Presente. Angustiante. Torcida. Expectativa. Leitura multi. estaca zero. altos vertiginosos. alucinação. delírio mesmo. Necessário.
assumo minha vontade e minha escolha.
valeu a pena mãe, valeu cada domingo perdido de almoço em família,
cada noite dormida fora de casa, cada minuto, cada investida, toda dor,
toda alegria, nós escolhemos isso pra vida, e é muito sério.
obrigado a todos que estiveram presentes.
aos que virão.
aos que passam.
aos que ficam.
aos ouvintes.
aos amigos.
aos parentes.
aos funcionários.
a todo o mundo.
teatro: faço porque gosto. hehehe
pra amar o mundo como ele é.
sexta-feira, 29 de maio de 2009
terça-feira, 26 de maio de 2009
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